terça-feira, agosto 03, 2004

Ajuda a los hermanos

"O governo da Argentina reuniu assinaturas de personalidades internacionais e publicou em jornais e revistas um informe publicitário cujo objetivo é afirmar que a proposta do país na renegociação da dívida externa em moratória com credores é responsável. Assinam a peça publicitária o vocalista do U2, Bono, o ex-presidente da União Soviética Mikhail Gorbachev, a atriz Emma Thompson, e o escritor Gabriel García Márquez, entre outros. (Globo on line)

terça-feira, julho 27, 2004

Gabo no cinema

"O veneno da madrugada", filme de Ruy Guerra, baseado em livro de Gabriel García Marquez, tem estréia prevista para o ano que vem. Vamos conferir!!!!!!!
Professor Gabo

A produtora e roteirista Rita Buzzar penou oito anos para levar às telas a história da revolucionária comunista Olga.
"...Formada pela Escola de Cinema da Universidade de São Paulo, resolveu, em 1988, inscrever-se num workshop de Gabriel García Márquez em Cuba. Em cada país da América Latina seria selecionado um aluno, e ela foi a escolhida do Brasil, com um roteiro sobre um casal de velhos que se reencontra após 40 anos, quando ele descobre que sua antiga paixão está morrendo.
- É uma homenagem aos cineastas que, dos anos 20 aos 40, iam às cidades do interior vender seus serviços".
(Mauro Ventura - O Globo)

quarta-feira, junho 23, 2004

Comunidade

Os gabomaníacos também estão no Orkut. A nova brincadeira da internet tem uma comunidade só de fãs do autor colombiano. E eu estou nela. É claro. Vou começar a trocar idéias com outras pessoas e trago novidades para este blog.

terça-feira, junho 01, 2004

Da série "No mar"

Outro dia estava conversando com Juliano, meu fiel leitor, por este blog e debatemos sobre a semelhança (ou não) de "Relato de um Náufrago", de Gabo e de "O velho e o mar", de Hemingway. Não que os dois sejam idênticos, mas como li as duas obras no mesmo ano, ao conhecer a história do segundo, logo lembrei do primeiro. Pois é, vou começar a leitura de um terceiro livro em que o cenário é o mar. Trata-se de "Os trabalhadores do Mar", de Victor Hugo.

terça-feira, maio 25, 2004

Gabo por inteiro

Como havia problemas na barra de rolagem do blog, que eu não conseguia resolver, os leitores não tinham acesso aos antigos posts. Alguns não apareciam nos arquivos. Por isso, resolvi disponibilizar todos os posts, desde o primeiro.

quinta-feira, maio 20, 2004

Relato de um náufrago

Comecei a ler a primeira grande reportagem de Gabo publicada em forma de livro. Como ele diz: "é a história de um homem sobrevivou a um naufrágio, ficando dez dias à deriva, condecorado pelo governo como herói, cortejado pelas rainhas da beleza e depois esquecido para sempre".
Não é uma das maiores obra-primas do autor, mas uma narrativa bem jornalística, que nos faz perceber que um escritor tem seu começo e pode chegar a um patamar bastante elevado. Dá ânimo para qualquer principiante que pretende se iniciar na aventura do mundo das letras.

segunda-feira, abril 26, 2004

Gabo para crianças

Outro dia descobri livros sobre os contos de García Márquez cheios de ilustrações, direcionados para as crianças. Achei a idéia fantástica. Quando tiver um filho vou acostumá-lo desde cedo a conhecer as maravilhas escritas por esse gênio da literatura.

segunda-feira, abril 12, 2004

Filhos ilegítimos

Descobri porquê os dezessete filhos ilegítimos do coronel Aureliano Buendía tinham uma cruz marcada na testa em "Cem Anos de Solidão. Os rapazes foram inspirados nos filhos ilegítimos do avô de Gabo, Nicolás Márquez. As cruzes são uma imagem que o escritor traz da infância. Daqueles forasteiros recebendo a cruz de sal do batismo. Está tudo isso descrito na autobiografia "Vivir para contarla".

segunda-feira, março 29, 2004

Próxima viagem

Está confirmado. O próximo livro que estará na minha cabeceira será "Relato de um náufrago", primeiro romance-reportagem de García Márquez. Devo começar a ler hoje mesmo.

domingo, fevereiro 29, 2004

Quem não se rende a Gabo?

Sociólogo, historiador e advogado sem muita inclinação para ler romances. Assim é meu pai. O que é realidade e estudo científico ele devora, o que é ficção, acaba deixando em um canto. Pois é, ele está lendo "Cem anos de solidão". Disse que são muitos personagens e isso cria uma certa confusão. Mas tem aprendido a aceitar Úrsula Iguarán, José Arcádio, Melquíades, Remedios, o coronel Aureliano Buendia e outras inúmeras figuras idealizadas por García Márquez. Disse que não pára de ler enquanto não terminar a história. É isso aí!

quarta-feira, fevereiro 04, 2004

Teste para gabomaníacos

Em quantos livros de García Márquez aparece o coronel Aureliano Buendía? Eu não li todos, mas posso assegurar que em, pelo menos, três: Cem anos de solidão, Ninguém escreve ao coronel e Crônica de uma morte anunciada. Alguém dá mais?

segunda-feira, fevereiro 02, 2004

Gabriel, o pensador

O cantor e compositor Gabriel, o pensador, recebeu esse nome em homenagem à García Márquez. Segundo o site oficial do artista, a mãe do brasileiro, Belisa Ribeiro, ficou lendo "Cem anos de solidão" durante a gestação. Se não fosse isso, o garoto se chamaria Pablo.

quinta-feira, janeiro 22, 2004

Interatividade

Como é gostoso conversar sobre um assunto que a gente gosta e saber que existem também outras pessoas que compartilham do mesmo hobby. Ontem recebi de um leitor desse blog um conto de García Márquez entitulado La noche del eclipse.
A revoada

Para quem não sabe esse é o nome do primeiro romance escrito por García Márquez aos 23 anos. O original se chama La Hojarasca. No Brasil também já foi editado como O enterro do Diabo. Ele conta a história do enterro de um homem odiado por todo um povoado. A referência, García Márquez tirou da sensação que teve quando foi aos oito ou dez anos com seu avô na casa de um conhecido morto. A imagem do caixão sobre a mesa e o sol batendo no chão o impressionaram.

quarta-feira, janeiro 21, 2004

Moedas da Úrsula

Minha amiga que acabou de ler "Cem Anos de Solidão" adorou a história. Mas ficou intrigada, porque o saco de moedas que Úrsula Iguarán escondeu não foi encontrado por ninguém até o fim da história. Para falar a verdade, não lembro desse episódio. Fiquei sem ter como argumentar. Alguém sabe onde foram parar essas moedas?

domingo, dezembro 14, 2003

A Santa

Nunca tinha atinado para a idéia. Mas, ontem, conversando com uma amiga que está lendo pela primeira vez "Cem anos de solidão", falávamos de Remedios, a bela. Nunca tinha pensado na possibildade de a personagem ter sido vista como uma santa. Mas, ao que tudo indica, realmente a idéia é de que a menina, que parece abobada, na verdade é alguém que está em uma esfera superior e, por isso, não se preocupa com os conflitos terrenos. O que mais reforça esta imagem é que ela não morre, mas sobe aos céus voando em um lençol branco, como um anjo.

quinta-feira, dezembro 11, 2003

Me alugo para sonhar

Ao chegar em La Habana, capital cubana, em março, logo lembrei do conto "Me alugo para sonhar", de Gabriel García Márquez. Estava ansiosa para ver o hotel Habana Riviera. Na história, a personagem principal morria dentro de um carro que havia sido arremessado pelas ondas do mar que ultrapassaram El Malecón e bateram nas paredes do hotel. Não imaginava como era possível que o impacto das águas fosse tão forte a ponto de matar uma pessoa.
Até hoje não sei se é possível acontecer isso ou se já aconteceu, mas que as águas invadem as duas pistas de El Malecón e respingam ao passarmos na avenida, isso eu pude comprovar. E fiquei emocionada de estar no cenário de um dos fantásticos contos do meu escritor preferido.

Para conhecer a história basta acessar
  • Releituras
  • .

    quarta-feira, dezembro 10, 2003

    Mário Prata fala de "Viver para contar"

    Na coluna do Estadão de hoje Mário Prata fala da sua impressão sobre o livro "Viver para contar", autobiografia de Gabo. Ele destacou alguns trechos interessantes, que eu já li também, principalmente no que o autor fala que estranhava que a avó tirava os dentes para escová-los e assim, ele achava que ficava um buraco no céu da boca, de onde era possível ver toda a cabeça por dentro, como nariz, olhos e cérebro. Quanta imaginação, não?

    sexta-feira, dezembro 05, 2003

    Inspiração ou coincidência?

    Desde que começou Kubanacan tenho pensado se Estéban não foi inspirado em algum personagem de García Márquez. O cara chega desmemoriado em uma praia e torna-se a atração do lugar. Não seria um pouco de "Relato de um náufrago" com "o afogado mais formoso do mundo"? Será que estou viajando? Não seria nada impossível, já que a história tem como cenário um lugar fictício do Caribe.