Bolívar, a Vila e García Márquez
Bolívar é o personagem de destaque no enredo da escola de samba Unidos de Vila Isabel, campeã do Carnaval carioca. Mas também personagem principal de "O general em seu labirinto", de García Márquez. A seguir o resumo do livro:
"Símon Bolívar, general e político sul-americano que libertou sete países dos domínios espanhóis, estava desiludido com a política no final de sua vida. Ele tinha "a melancólica certeza de que havia de morrer na cama, pobre e nu, e sem consolo da gratidão pública". Os últimos instantes, marcados pela tuberculose, foram recheados por leituras como Cervantes - era a certeza de que os maiores enganados do mundo tinham sido Cristo, o Quixote e ele próprio.
A ficção histórica O general em seu labirinto, de Gabriel Garcia Márquez, do prêmio Nobel em 1982, tem como personagem principal Bolívar, que esperava a morte viajando pelas cidades venezuelanas à margem do rio Magdalena. Mas, queria embarcar no porto para a Inglaterra, a caminho da qual terminaria sua história".
quinta-feira, março 02, 2006
terça-feira, dezembro 13, 2005
Marque um X
Quem gosta de Gabo e quer saber que livros do autor já leu, é só dar uma conferida:
La hojarasca (1955)
Entre cachacos. Notas de prensa, 2 (1954-1955)
El coronel no tiene quien le escriba (1961)
La mala hora (1962)
Los funerales de la Mamá Grande (1962)
Cien años de soledad (1967)
La increíble y triste historia de la cándida Eréndira y su abuela desalmada (1972)
Cuando era feliz e indocumentado (1973)
El otoño del patriarca (1975)
Operación Carlota (1977)
Crónica de una muerte anunciada (1981)
El olor de la guayaba (1982)
Notas de prensa (1961-1984)
El amor en los tiempos del cólera (1985)
El general en su laberinto (1989)
Doce cuentos peregrinos (1992)
Del amor y otros demonios (1994)
La aventura de Miguel Littín clandestino en Chile (1995)
Noticia de un secuestro (1996)
Me alquilo para soñar (1997)
Cómo se cuenta un cuento: taller de guión
La bendita manía de contar
Obra periodística completa (1999)
Vivir para contarla (2002 - Memorias)
Memoria de mis putas tristes (2004)
Quem gosta de Gabo e quer saber que livros do autor já leu, é só dar uma conferida:
La hojarasca (1955)
Entre cachacos. Notas de prensa, 2 (1954-1955)
El coronel no tiene quien le escriba (1961)
La mala hora (1962)
Los funerales de la Mamá Grande (1962)
Cien años de soledad (1967)
La increíble y triste historia de la cándida Eréndira y su abuela desalmada (1972)
Cuando era feliz e indocumentado (1973)
El otoño del patriarca (1975)
Operación Carlota (1977)
Crónica de una muerte anunciada (1981)
El olor de la guayaba (1982)
Notas de prensa (1961-1984)
El amor en los tiempos del cólera (1985)
El general en su laberinto (1989)
Doce cuentos peregrinos (1992)
Del amor y otros demonios (1994)
La aventura de Miguel Littín clandestino en Chile (1995)
Noticia de un secuestro (1996)
Me alquilo para soñar (1997)
Cómo se cuenta un cuento: taller de guión
La bendita manía de contar
Obra periodística completa (1999)
Vivir para contarla (2002 - Memorias)
Memoria de mis putas tristes (2004)
segunda-feira, outubro 10, 2005
sábado, setembro 17, 2005
A polêmica das putas
Quando "Memória de minhas putas tristes" lançou no Brasil foi o maior auê. Tinha gente achando um absurdo citar deliberadamente e com todas as letras um palavrão: puta. Não concordo com tal censura. Vejam só, usar prostitutas ficaria um pouco cerimonioso demais. Afinal o protagonista está enumerando mulheres, mesmo que putas, que fizeram parte de sua vida.
Falar em profissionais do sexo seria um pouco de eufemismo para tal situação. E damas da noite? Acho uma contradição. Ou é dama ou é da noite. Já piranha soaria pejorativo. Que melhor palavra então para denominá-las?
Não adianta escondê-las das crianças. Elas estão ali paradas nos sinais de trânsito para todo mundo ver e se, tiver interesse, se aproveitar. Não que eu seja uma defensora das putas. Não tenho nada contra, ou melhor, tenho um certo constrangimento, sim. Não gosto de vê-las por perto. Simplesmente, porque tenho medo de que me confundam com uma elas. Pura bobagem, mas fazer o quê?
Só que García Márquez no seu "memórias..." trata as amantes de ocasião como pessoas comuns, gente que está por aí todos os dias, que ganha seu dinheiro e tem uma história própria. E vai além disso, é capaz de fazer delas participantes de uma grande história de amor.
Quando "Memória de minhas putas tristes" lançou no Brasil foi o maior auê. Tinha gente achando um absurdo citar deliberadamente e com todas as letras um palavrão: puta. Não concordo com tal censura. Vejam só, usar prostitutas ficaria um pouco cerimonioso demais. Afinal o protagonista está enumerando mulheres, mesmo que putas, que fizeram parte de sua vida.
Falar em profissionais do sexo seria um pouco de eufemismo para tal situação. E damas da noite? Acho uma contradição. Ou é dama ou é da noite. Já piranha soaria pejorativo. Que melhor palavra então para denominá-las?
Não adianta escondê-las das crianças. Elas estão ali paradas nos sinais de trânsito para todo mundo ver e se, tiver interesse, se aproveitar. Não que eu seja uma defensora das putas. Não tenho nada contra, ou melhor, tenho um certo constrangimento, sim. Não gosto de vê-las por perto. Simplesmente, porque tenho medo de que me confundam com uma elas. Pura bobagem, mas fazer o quê?
Só que García Márquez no seu "memórias..." trata as amantes de ocasião como pessoas comuns, gente que está por aí todos os dias, que ganha seu dinheiro e tem uma história própria. E vai além disso, é capaz de fazer delas participantes de uma grande história de amor.
quarta-feira, setembro 14, 2005
terça-feira, setembro 13, 2005
Lindo!
Foi esse o adjetivo que usei para falar de "Memória de Minhas Putas Tristes" para uma amiga que queria saber minha opinião. Ela leu, concordou e passou adiante a recomendação. Hoje, me deparo no Segundo Caderno do O Globo com uma matéria do cineasta Ruy Guerra. E sabe como ele qualifica o romance de Gabo: ..."Este livro dele 'Memória de minhas putas tristes', é lindo"
Foi esse o adjetivo que usei para falar de "Memória de Minhas Putas Tristes" para uma amiga que queria saber minha opinião. Ela leu, concordou e passou adiante a recomendação. Hoje, me deparo no Segundo Caderno do O Globo com uma matéria do cineasta Ruy Guerra. E sabe como ele qualifica o romance de Gabo: ..."Este livro dele 'Memória de minhas putas tristes', é lindo"
quarta-feira, junho 29, 2005
Mistérios nos olhos do cão
"Ojos de perro azul" é um livro bem interessante de Gabo. Mas como fala da morte e de suas formas de ela chegar, me trouxe algumas dúvidas. No conto "Eva está dentro do gato" não compreendi se a personagem principal morreu com doses de arsênio ou se deu o veneno ao menino que ficava perto da laranjeira. E quem seria o menino: seu filho, uma criança que ela matou, seu antepassado? É tudo muito nebuloso na história. Mas não deixa de ser fantástica como outros contos do livro.
"Ojos de perro azul" é um livro bem interessante de Gabo. Mas como fala da morte e de suas formas de ela chegar, me trouxe algumas dúvidas. No conto "Eva está dentro do gato" não compreendi se a personagem principal morreu com doses de arsênio ou se deu o veneno ao menino que ficava perto da laranjeira. E quem seria o menino: seu filho, uma criança que ela matou, seu antepassado? É tudo muito nebuloso na história. Mas não deixa de ser fantástica como outros contos do livro.
segunda-feira, maio 23, 2005
quinta-feira, maio 05, 2005
Outono do patriarca
Agora acho que vai. Estou conseguindo dar prosseguimento à leitura do mais difícil livro de Gabo, "O Outono do Patriarca". Trata-se da história de um presidente que está à frente de um país qualquer da América Latina. Na verdade é a alegoria dos tantos ditadores do continente, que governam por anos a fio sem dar qualquer satisfação ao povo dos seus atos. Gabo considera essa sua melhor obra e diz que trata-se de um poema em prosa. Não duvido disso! A forma de escrever, quase que só pontuada por vírgulas, e ainda por cima, em espanhol, tem me dado trabalho. Mas o que não faz uma fã de García Márquez, não é?
Agora acho que vai. Estou conseguindo dar prosseguimento à leitura do mais difícil livro de Gabo, "O Outono do Patriarca". Trata-se da história de um presidente que está à frente de um país qualquer da América Latina. Na verdade é a alegoria dos tantos ditadores do continente, que governam por anos a fio sem dar qualquer satisfação ao povo dos seus atos. Gabo considera essa sua melhor obra e diz que trata-se de um poema em prosa. Não duvido disso! A forma de escrever, quase que só pontuada por vírgulas, e ainda por cima, em espanhol, tem me dado trabalho. Mas o que não faz uma fã de García Márquez, não é?
segunda-feira, março 14, 2005
Presente para gabomaníaco
Ganhei de aniversário de um casal de amigos o livro infantil ilustrado com o conto "Um senhor muito velho com umas asas enormes", de García Márquez e ilustração de Carme Solé Vendrell. É uma preciosidade encontrar histórias do colombiano adaptadas para crianças. Quem quiser ler esse conto pode encontrá-lo no livro "A incrível história de Cândida Erêndira e sua avó desalmada".
Ganhei de aniversário de um casal de amigos o livro infantil ilustrado com o conto "Um senhor muito velho com umas asas enormes", de García Márquez e ilustração de Carme Solé Vendrell. É uma preciosidade encontrar histórias do colombiano adaptadas para crianças. Quem quiser ler esse conto pode encontrá-lo no livro "A incrível história de Cândida Erêndira e sua avó desalmada".
quinta-feira, dezembro 23, 2004
segunda-feira, novembro 01, 2004
sábado, outubro 16, 2004
Pirataria
"Dezenas de vendedores já estão oferecendo nas ruas centrais de Bogotá cópias piratas do romance mais recente do colombiano Gabriel García Márquez, 'Memoria de mis putas tristes', antes mesmo de a obra ter chegado às livrarias, denunciaram hoje os editores. Com 112 páginas, o livro será lançado pelo Grupo Editorial Norma, cujo gerente, Moisés Melo, afirmou em entrevista a uma rádio da capital que 'de maneira inexplicável os editores ilegais tiveram acesso aos originais', vendendo as cópias quase pela metade do preço. Melo também acusou as autoridades de não impedir a venda ilegal, que acontece à luz do dia. A história de um senhor de 90 anos que faz amor pela última vez com uma jovem e, nesse momento, relembra todas as mulheres de sua vida, estava prevista para chegar simultaneamente às livrarias de alguns países de língua espanhola apenas no fim do mês. Depois do episódio de pirataria, fontes da editora admitiram que a obra pode ter seu lançamento antecipado" (Agência EFE).
"Dezenas de vendedores já estão oferecendo nas ruas centrais de Bogotá cópias piratas do romance mais recente do colombiano Gabriel García Márquez, 'Memoria de mis putas tristes', antes mesmo de a obra ter chegado às livrarias, denunciaram hoje os editores. Com 112 páginas, o livro será lançado pelo Grupo Editorial Norma, cujo gerente, Moisés Melo, afirmou em entrevista a uma rádio da capital que 'de maneira inexplicável os editores ilegais tiveram acesso aos originais', vendendo as cópias quase pela metade do preço. Melo também acusou as autoridades de não impedir a venda ilegal, que acontece à luz do dia. A história de um senhor de 90 anos que faz amor pela última vez com uma jovem e, nesse momento, relembra todas as mulheres de sua vida, estava prevista para chegar simultaneamente às livrarias de alguns países de língua espanhola apenas no fim do mês. Depois do episódio de pirataria, fontes da editora admitiram que a obra pode ter seu lançamento antecipado" (Agência EFE).
sexta-feira, setembro 10, 2004
Novo livro de Gabo
O novo romance do escritor colombiano Gabriel García Márquez, "Memorias de mis putas tristes", chegará às livrarias em outubro pela Random House Mondadori. Programada para ser lançada simultaneamente em vários países de língua espanhola, a nova obra de Márquez, que desde "Do amor e outros demônios", há dez anos, não havia publicado ficção, está cercada de mistério. Os editores não querem adiantar nada sobre o livro, que deve ter aproximadamente cem páginas e já sai com uma tiragem inicial de um milhão de exemplares. Em 2002, o prêmio Nobel de Literatura de 1982, celebrado autor de "Cem anos de solidão", lançou "Viver para contar", o primeiro volume de suas memórias. (Agência EFE)
O novo romance do escritor colombiano Gabriel García Márquez, "Memorias de mis putas tristes", chegará às livrarias em outubro pela Random House Mondadori. Programada para ser lançada simultaneamente em vários países de língua espanhola, a nova obra de Márquez, que desde "Do amor e outros demônios", há dez anos, não havia publicado ficção, está cercada de mistério. Os editores não querem adiantar nada sobre o livro, que deve ter aproximadamente cem páginas e já sai com uma tiragem inicial de um milhão de exemplares. Em 2002, o prêmio Nobel de Literatura de 1982, celebrado autor de "Cem anos de solidão", lançou "Viver para contar", o primeiro volume de suas memórias. (Agência EFE)
quinta-feira, setembro 09, 2004
Convento de "Do amor nos tempos do cólera"
Há dez anos, ao lançar o romance "Do amor e outros demônios" (Editora Record), o escritor colombiano Gabriel García Márquez declarou que o livro foi inspirado por uma reportagem que fora designado a fazer em Cartagena das Índias, em 1949, quando ainda era um jovem repórter.
Sua missão era cobrir a reabertura de criptas funerárias da capela do Convento de Santa Clara, do século XVII. Durante as escavações, foi encontrado o túmulo de uma marquesinha. O achado o fez lembrar uma lenda que sua avó lhe contava, de uma menina que fazia milagres no Caribe, e estimulou-o a narrar a história da jovem Sierva María de Todos los Ángeles.
O livro foi lançado mais ou menos à mesma época da inauguração do Sofitel Santa Clara, hotel de luxo que conservou de forma surpreendente a arquitetura do convento. O pátio interno florido onde passeavam as freiras clarissas ainda está lá, assim como a mesa rústica do refeitório antes destinada exclusivamente à madre superiora, e que hoje é usada pelos hóspedes.
Na área das criptas onde teria sido encontrada a marquesa, funciona um moderníssimo lounge bar - e a parte subterrânea onde ficavam os túmulos pode ser visitada. A antiga capela em homenagem à santa é agora salão para eventos como festas de casamento. E, em algumas suítes, camas, tijolos e assoalhos originais transportam o hóspede para o período retratado em "Do amor e outros demônios". (O Globo)
Há dez anos, ao lançar o romance "Do amor e outros demônios" (Editora Record), o escritor colombiano Gabriel García Márquez declarou que o livro foi inspirado por uma reportagem que fora designado a fazer em Cartagena das Índias, em 1949, quando ainda era um jovem repórter.
Sua missão era cobrir a reabertura de criptas funerárias da capela do Convento de Santa Clara, do século XVII. Durante as escavações, foi encontrado o túmulo de uma marquesinha. O achado o fez lembrar uma lenda que sua avó lhe contava, de uma menina que fazia milagres no Caribe, e estimulou-o a narrar a história da jovem Sierva María de Todos los Ángeles.
O livro foi lançado mais ou menos à mesma época da inauguração do Sofitel Santa Clara, hotel de luxo que conservou de forma surpreendente a arquitetura do convento. O pátio interno florido onde passeavam as freiras clarissas ainda está lá, assim como a mesa rústica do refeitório antes destinada exclusivamente à madre superiora, e que hoje é usada pelos hóspedes.
Na área das criptas onde teria sido encontrada a marquesa, funciona um moderníssimo lounge bar - e a parte subterrânea onde ficavam os túmulos pode ser visitada. A antiga capela em homenagem à santa é agora salão para eventos como festas de casamento. E, em algumas suítes, camas, tijolos e assoalhos originais transportam o hóspede para o período retratado em "Do amor e outros demônios". (O Globo)
quarta-feira, agosto 11, 2004
terça-feira, agosto 10, 2004
Os preferidos
Na comunidade "Gabriel García Márquez", no Orkut, foi feita uma pesquisa sobre os personagens preferidos dos leitores de Cem Anos de Solidão. O ranking foi o seguinte:
Úrsula - 6 votos.
Coronel Aureliano Buendía - 5 votos.
Remédios, a bela - 4 votos.
Amaranta e Melquíades - 2 votos.
Rebeca, Amaranta Úrsula e José Arcádio - 1 voto.
Na comunidade "Gabriel García Márquez", no Orkut, foi feita uma pesquisa sobre os personagens preferidos dos leitores de Cem Anos de Solidão. O ranking foi o seguinte:
Úrsula - 6 votos.
Coronel Aureliano Buendía - 5 votos.
Remédios, a bela - 4 votos.
Amaranta e Melquíades - 2 votos.
Rebeca, Amaranta Úrsula e José Arcádio - 1 voto.
Assinar:
Postagens (Atom)