quarta-feira, março 04, 2009

Só para lembrar...

Dia 8 de março é aniversário do inspirador deste blog: García Márquez. Antes que eu me esqueça: parabéns!!!!!!!!!!
Links

Os links que trouxe do meu falecido blog "Enfim..." já estão aqui. Só não sei como trazer a barra para cima, ao lado dos posts. A relação de links está lá no fim. Alguém sabe resolver isso?
Textos costeños

Comecei a ler o livro "Textos Costeños I", que traz artigos de Gabo da época em que ele ingressou no jornalismo. Seus textos são de jornais de Cartagena e Barranquilla, cidades caribenhas colombianas. Depois digo o que achei.

quinta-feira, dezembro 18, 2008

Mais Gabo na estante

Comprei em Punta del Este mais dois livros de García Márquez para a coleção: Textos costeños I e II.

quinta-feira, novembro 27, 2008

Libros de Gabo

Vou à Argentina na próxima semana e pretendo comprar alguns livros de García Márquez. Da lista que publiquei anteriormente, faltam os seguintes:
Entre cachacos. Notas de prensa, 2 (1954-1955)
Cuando era feliz e indocumentado (1973)
Operación Carlota (1977)
Notas de prensa (1961-1984)
Me alquilo para soñar (1997)
Cómo se cuenta un cuento: taller de guión La bendita manía de contar
Obra periodística completa (1999)

quarta-feira, novembro 19, 2008

Sorriso

A frase foi atribuída a Gabo. Mas não sei se é dele. De qualquer forma, fica aí:

"Nunca deixe de sorrir, nem sequer quando está triste porque nunca se sabe quem poderá se apaixonar pelo teu sorriso"

sábado, maio 31, 2008

Amaranta assassina?

Eu não me lembrava de uma parte de Cem Anos de Solidão e acabei ficando confusa. Remedios morreu com o veneno que Amaranta colocou no café para Rebecca? Não sei porquê, mas eu pensava que ela tinha morrido de complicações da gravidez.
De volta a Macondo

Há exatamente 12 anos estive lá para conhecer José Arcadio Buendía, o coronel Aureliano, Melquíades, Remédios, Rebecca, Úrsula e tantas outras personagens de Cem Anos de Solidão. Pois é, para relaxar decidi refazer a viagem a Macondo. Estou exatamente no momento em que José Arcadio casa com Rebecca e Aureliano vai a guerra. Só posso reafirmar uma coisa, este livro é uma obra-prima inquestionável.
Obs: estou lendo a edição comemorativa dos 40 anos da obra. Chique, não?

sexta-feira, janeiro 25, 2008

Inspirado na vida real

Muita gente já sabe, principalmente os fãs de Gabo, que "o amor nos tempos do cólera" é inspirada na história dos pais do escritor. O pai era um telegrafista pobre (como Florentino Ariza) e se apaixonou por sua mãe, filha de um coronel, que não aprovava o romance. Para afastá-la deste amor, a família se mudou e a cada cidade que chegavam o telegrafista, com a ajuda dos amigos, conseguia localizá-la e enviar mensagens. Ao contrário da história fictícia, os pombinhos se casaram mesmo contra a vontade da família da moça.
Lindo!

O "amor nos tempos do cólera" conseguiu, finalmente, ser uma adaptação bem-sucedida dos romances de García Márquez. O filme trouxe toda a atmosfera da obra do escritor, com sensibilidade e graça. Estão lá o ambiente caribenho de Cartagena, a guerra civil colombiana, as prostitutas, esposas infiéis, a aristocracia, as doenças tropicais e, principalmente, a história de um amor profundo. Javier Bardem é a grande estrela. Conseguiu fazer Florentino Ariza jovem e velho com tanta propriedade que a gente chega a duvidar que seja o mesmo ator. Fernanda Montenegro também foi maravilhosa com a mãe do protagonista. Agora está provado que é possível levar Gabo para a telona. Basta mergulhar na sua obra e captar sua essência.
O filme do ano

Em entrevista durante o lançamento do filme “O amor nos tempos do cólera”, o diretor Mike Newell revelou sua dificuldade em lidar com Gabriel García Márquez, autor da história em que a produção é baseada. “Eu fiquei apavorado, porque ele disse que eu não ia conseguir”, disse o cineasta.
Newell não foi totalmente fiel ao livro, é bem verdade, mas concentrou-se no que parece ser o ponto principal de toda adaptação bem-sucedida: o respeito à alma da história. Essa sim está lá todinha, com toda sua força e doçura. Na trama, o jovem e carismático Fiorentino (vivido pelo espanhol Javier Bardem) se apaixona pela tímida Fermina (interpretada pela italiana Giovanna Mezzogiorno) em fins do século 19. Mesmo diante da negativa da moça, Fiorentino segue amando-a pelos 50 anos seguintes, sem nunca desistir de seu sonho de sua paixão. (Do site G1)

quarta-feira, dezembro 19, 2007

Amor nos cinemas

O maravilhoso romance de Gabo, "O amor nos tempos do cólera" vai estrear nos cinemas cariocas no dia 25 de dezembro. Maravilhoso presente de Natal, que tem no elenco Javier Barden e Fernanda Montenegro.

sábado, junho 23, 2007

Uma pintura

Se um dia eu tivesse que pintar um quadro me inspiraria em Maurício Babilônia, personagem de "Cem anos de solidão". Acho poético aquela história das borboletas. Ou seriam mariposas?
Finalmente!!!

Consegui me dedicar nas férias à leitura de "Vivir para contarla". A biografia é muito boa, mas aconselho a todos que se interessam por Gabo a lê-la somente depois de ter degustado seus outros livros. Isso porque ela traz várias informações de onde o escritor teria tirado referências para seus personagens e isso só é muito legal se a gente conhece esses personagens.

terça-feira, maio 08, 2007

Edição comemorativa

Ganhei do marido um dos presentes mais bonitos que já recebi. É a edição comemorativa dos 40 anos de Cem Anos de Solidão. A publicação é em capa dura da Real Academia Española e da Asociación de Academias de La Lengua Española. Na língua original, o livro traz artigos de Mario Vargas Llosa, Carlos Fuentes e outras figuras de expressão no meio literário. Além disso, uma árvore genealógica dos Buendía e um glossário com os nomes dos personagens. Só que apesar de quase todos serem listados, percebi que não há referência a Cándida Eréndira. Será que esqueceram da pequena prostituta? Resumindo: o pequeno esquecimento não compromete em nada a belíssima edição. Dá vontade de colocá-la no lugar de mais destaque na minha estante e abrir espaço para visitação. Risos.

quarta-feira, março 21, 2007

Vivir pra contarla - o retorno

Vou voltar à leitura da biografia de Gabo, que interrompi há uns dois anos. Como já não lembro de muita coisa, começo da estaca zero.

sábado, março 10, 2007

El coronel no tiene quien le escriba

Na última semana assisti ao filme baseado no livro de Gabo. Foi a primeira vez que vi na tela um dos romances literários dele. Confesso que não gostei. Acho que há histórias que não funcionam no cinema. Podem ser maravilhosas nas páginas de um livro, mas se transpostas para um roteiro de forma literal, acabam muito arrastadas. Esse foi o caso de Ninguém escreve ao coronel. Não sei se o mesmo acontece com Veneno da Madrugada.
Mais um livro

Ontem depois de uma coletiva no Paço Imperial, resolvi dar uma olhada na Livraria Imperial. E eis que vi na parte da loja destinada a livros usados uma raridade. O livro "O seqüestro", de Gabo. Trata-se do roteiro de um filme baseado na narrativa de fatos vividos pelo guerrilheiro Juan José Quesada na luta contra a ditadura de Somoza, na Nicaragua. Confesso que não conhecia o livro e fiquei radiante em adquiri-lo. Um belo presente de aniversário que eu me dei.

quinta-feira, março 08, 2007

Meta

Quero terminar de ler até o fim do mês "vivir para contarla". É porque pretendo escrever alguma coisa sobre Gabo. Afinal, este é um ano de muitas comemorações: 80 anos, 40 anos de publicação de Cem anos de Solidão e 25 anos de Prêmio Nobel de Literatura.
Parabéns para ele!

Gabo não quer se transformar em espetáculo, como ele mesmo disse. Mas, como sua fã, não posso deixar de dar parabéns e muitas felicidades pelo seu aniversário no dia 8. Pisciano como eu, chega aos 80 anos com vigor suficiente para continuar fazendo o que a gente mais quer dele: escrever.