Notícia do Seqüestro no cinema
Uhuhu!!! Nova adaptação de livros de García Marquez para o cinema. Segundo notícia da Folha, a adaptação para o cinema do livro "Notícia de um Sequestro", de Gabriel García Márquez, deve começar a ser rodada em outubro deste ano.
O longa deve ter no papel principal a atriz de origem mexicana Salma Hayek, informou o produtor do filme, Eduardo Costantini, em Nova York, nesta terça-feira.
"Salma Hayek está muito interessada no projeto, leu o roteiro e está animada", disse Costantini.
segunda-feira, abril 06, 2009
Gabo continua na ativa
Na semana passada surgiu na imprensa um boato sobre García Márquez (mais um sobre ele), de que não escreveria mais Nesta semana, o escritor do coração desmentiu. Thanks God!
A matéria a seguir foi publicada na Folha de S. Paulo:
"O escritor colombiano Gabriel García Márquez, 82, negou que tenha abandonado a literatura ou que esteja pensando parar de escrever, em declaração ao jornal "El Tiempo" publicada neste domingo (5). Gabriel García Márquez disse que não faz outra coisa senão escrever
"Não só isso não é verdade, como a única coisa certa é que não faço outra coisa senão escrever", disse em conversa por telefone, de seu apartamento na Cidade do México.
Na semana passada, dois literatos próximos do escritor lançaram rumores de que García Márquez não escreveria mais novos livros.
García Márquez, Nobel de Literatura em 1982, negou que deixará de publicar livros, e deu a entender que está trabalhando em novas obras. "Meu ofício não é publicar, mas escrever", disse.
Em entrevista ao jornal "La Tercera do Chile", o britânico Gerald Martin, biógrafo de García Márquez, havia dito que o criador do realismo mágico "não escreverá mais livros". Disse, no entanto, que ainda havia obras prontas e inéditas a serem publicadas.
Além dele, a agente literária espanhola Carmen Balcells, que há anos cuida da obra do Nobel, também disse que García Márquez deixaria de escrever".
Na semana passada surgiu na imprensa um boato sobre García Márquez (mais um sobre ele), de que não escreveria mais Nesta semana, o escritor do coração desmentiu. Thanks God!
A matéria a seguir foi publicada na Folha de S. Paulo:
"O escritor colombiano Gabriel García Márquez, 82, negou que tenha abandonado a literatura ou que esteja pensando parar de escrever, em declaração ao jornal "El Tiempo" publicada neste domingo (5). Gabriel García Márquez disse que não faz outra coisa senão escrever
"Não só isso não é verdade, como a única coisa certa é que não faço outra coisa senão escrever", disse em conversa por telefone, de seu apartamento na Cidade do México.
Na semana passada, dois literatos próximos do escritor lançaram rumores de que García Márquez não escreveria mais novos livros.
García Márquez, Nobel de Literatura em 1982, negou que deixará de publicar livros, e deu a entender que está trabalhando em novas obras. "Meu ofício não é publicar, mas escrever", disse.
Em entrevista ao jornal "La Tercera do Chile", o britânico Gerald Martin, biógrafo de García Márquez, havia dito que o criador do realismo mágico "não escreverá mais livros". Disse, no entanto, que ainda havia obras prontas e inéditas a serem publicadas.
Além dele, a agente literária espanhola Carmen Balcells, que há anos cuida da obra do Nobel, também disse que García Márquez deixaria de escrever".
quarta-feira, março 11, 2009
América Latina
Gabo é um escritor que fala da América Latina e, através dele, aprendi a amar esta parte do continente que tem raízes parecidas com as nossas, uma história sofrida e muita cultura. Quem também se interessa por este mundinho latino-americano tem uma nova parada na rede. Trata-se do blog Notícias das Américas, do Globo online, escrito pela jornalista Débora Thomé. Aliás, em um post sobre drogas, ela citou nosso escritor preferido. Veja só:
"Creio que o primeiro passo para uma solução realista do problema das drogas no mundo é reconhecer o fracasso dos métodos atuais de combate. São esses métodos, mais do que a própria droga, que causaram, complicaram ou agravaram os males maiores sofridos tanto pelos países produtores como pelos consumidores."
Gabo é um escritor que fala da América Latina e, através dele, aprendi a amar esta parte do continente que tem raízes parecidas com as nossas, uma história sofrida e muita cultura. Quem também se interessa por este mundinho latino-americano tem uma nova parada na rede. Trata-se do blog Notícias das Américas, do Globo online, escrito pela jornalista Débora Thomé. Aliás, em um post sobre drogas, ela citou nosso escritor preferido. Veja só:
"Creio que o primeiro passo para uma solução realista do problema das drogas no mundo é reconhecer o fracasso dos métodos atuais de combate. São esses métodos, mais do que a própria droga, que causaram, complicaram ou agravaram os males maiores sofridos tanto pelos países produtores como pelos consumidores."
terça-feira, março 10, 2009
quarta-feira, março 04, 2009
quinta-feira, dezembro 18, 2008
quinta-feira, novembro 27, 2008
Libros de Gabo
Vou à Argentina na próxima semana e pretendo comprar alguns livros de García Márquez. Da lista que publiquei anteriormente, faltam os seguintes:
Entre cachacos. Notas de prensa, 2 (1954-1955)
Cuando era feliz e indocumentado (1973)
Operación Carlota (1977)
Notas de prensa (1961-1984)
Me alquilo para soñar (1997)
Cómo se cuenta un cuento: taller de guión La bendita manía de contar
Obra periodística completa (1999)
Vou à Argentina na próxima semana e pretendo comprar alguns livros de García Márquez. Da lista que publiquei anteriormente, faltam os seguintes:
Entre cachacos. Notas de prensa, 2 (1954-1955)
Cuando era feliz e indocumentado (1973)
Operación Carlota (1977)
Notas de prensa (1961-1984)
Me alquilo para soñar (1997)
Cómo se cuenta un cuento: taller de guión La bendita manía de contar
Obra periodística completa (1999)
quarta-feira, novembro 19, 2008
sábado, maio 31, 2008
De volta a Macondo
Há exatamente 12 anos estive lá para conhecer José Arcadio Buendía, o coronel Aureliano, Melquíades, Remédios, Rebecca, Úrsula e tantas outras personagens de Cem Anos de Solidão. Pois é, para relaxar decidi refazer a viagem a Macondo. Estou exatamente no momento em que José Arcadio casa com Rebecca e Aureliano vai a guerra. Só posso reafirmar uma coisa, este livro é uma obra-prima inquestionável.
Obs: estou lendo a edição comemorativa dos 40 anos da obra. Chique, não?
Há exatamente 12 anos estive lá para conhecer José Arcadio Buendía, o coronel Aureliano, Melquíades, Remédios, Rebecca, Úrsula e tantas outras personagens de Cem Anos de Solidão. Pois é, para relaxar decidi refazer a viagem a Macondo. Estou exatamente no momento em que José Arcadio casa com Rebecca e Aureliano vai a guerra. Só posso reafirmar uma coisa, este livro é uma obra-prima inquestionável.
Obs: estou lendo a edição comemorativa dos 40 anos da obra. Chique, não?
sexta-feira, janeiro 25, 2008
Inspirado na vida real
Muita gente já sabe, principalmente os fãs de Gabo, que "o amor nos tempos do cólera" é inspirada na história dos pais do escritor. O pai era um telegrafista pobre (como Florentino Ariza) e se apaixonou por sua mãe, filha de um coronel, que não aprovava o romance. Para afastá-la deste amor, a família se mudou e a cada cidade que chegavam o telegrafista, com a ajuda dos amigos, conseguia localizá-la e enviar mensagens. Ao contrário da história fictícia, os pombinhos se casaram mesmo contra a vontade da família da moça.
Muita gente já sabe, principalmente os fãs de Gabo, que "o amor nos tempos do cólera" é inspirada na história dos pais do escritor. O pai era um telegrafista pobre (como Florentino Ariza) e se apaixonou por sua mãe, filha de um coronel, que não aprovava o romance. Para afastá-la deste amor, a família se mudou e a cada cidade que chegavam o telegrafista, com a ajuda dos amigos, conseguia localizá-la e enviar mensagens. Ao contrário da história fictícia, os pombinhos se casaram mesmo contra a vontade da família da moça.
Lindo!
O "amor nos tempos do cólera" conseguiu, finalmente, ser uma adaptação bem-sucedida dos romances de García Márquez. O filme trouxe toda a atmosfera da obra do escritor, com sensibilidade e graça. Estão lá o ambiente caribenho de Cartagena, a guerra civil colombiana, as prostitutas, esposas infiéis, a aristocracia, as doenças tropicais e, principalmente, a história de um amor profundo. Javier Bardem é a grande estrela. Conseguiu fazer Florentino Ariza jovem e velho com tanta propriedade que a gente chega a duvidar que seja o mesmo ator. Fernanda Montenegro também foi maravilhosa com a mãe do protagonista. Agora está provado que é possível levar Gabo para a telona. Basta mergulhar na sua obra e captar sua essência.
O "amor nos tempos do cólera" conseguiu, finalmente, ser uma adaptação bem-sucedida dos romances de García Márquez. O filme trouxe toda a atmosfera da obra do escritor, com sensibilidade e graça. Estão lá o ambiente caribenho de Cartagena, a guerra civil colombiana, as prostitutas, esposas infiéis, a aristocracia, as doenças tropicais e, principalmente, a história de um amor profundo. Javier Bardem é a grande estrela. Conseguiu fazer Florentino Ariza jovem e velho com tanta propriedade que a gente chega a duvidar que seja o mesmo ator. Fernanda Montenegro também foi maravilhosa com a mãe do protagonista. Agora está provado que é possível levar Gabo para a telona. Basta mergulhar na sua obra e captar sua essência.
O filme do ano
Em entrevista durante o lançamento do filme “O amor nos tempos do cólera”, o diretor Mike Newell revelou sua dificuldade em lidar com Gabriel García Márquez, autor da história em que a produção é baseada. “Eu fiquei apavorado, porque ele disse que eu não ia conseguir”, disse o cineasta.
Newell não foi totalmente fiel ao livro, é bem verdade, mas concentrou-se no que parece ser o ponto principal de toda adaptação bem-sucedida: o respeito à alma da história. Essa sim está lá todinha, com toda sua força e doçura. Na trama, o jovem e carismático Fiorentino (vivido pelo espanhol Javier Bardem) se apaixona pela tímida Fermina (interpretada pela italiana Giovanna Mezzogiorno) em fins do século 19. Mesmo diante da negativa da moça, Fiorentino segue amando-a pelos 50 anos seguintes, sem nunca desistir de seu sonho de sua paixão. (Do site G1)
Em entrevista durante o lançamento do filme “O amor nos tempos do cólera”, o diretor Mike Newell revelou sua dificuldade em lidar com Gabriel García Márquez, autor da história em que a produção é baseada. “Eu fiquei apavorado, porque ele disse que eu não ia conseguir”, disse o cineasta.
Newell não foi totalmente fiel ao livro, é bem verdade, mas concentrou-se no que parece ser o ponto principal de toda adaptação bem-sucedida: o respeito à alma da história. Essa sim está lá todinha, com toda sua força e doçura. Na trama, o jovem e carismático Fiorentino (vivido pelo espanhol Javier Bardem) se apaixona pela tímida Fermina (interpretada pela italiana Giovanna Mezzogiorno) em fins do século 19. Mesmo diante da negativa da moça, Fiorentino segue amando-a pelos 50 anos seguintes, sem nunca desistir de seu sonho de sua paixão. (Do site G1)
quarta-feira, dezembro 19, 2007
sábado, junho 23, 2007
Finalmente!!!
Consegui me dedicar nas férias à leitura de "Vivir para contarla". A biografia é muito boa, mas aconselho a todos que se interessam por Gabo a lê-la somente depois de ter degustado seus outros livros. Isso porque ela traz várias informações de onde o escritor teria tirado referências para seus personagens e isso só é muito legal se a gente conhece esses personagens.
Consegui me dedicar nas férias à leitura de "Vivir para contarla". A biografia é muito boa, mas aconselho a todos que se interessam por Gabo a lê-la somente depois de ter degustado seus outros livros. Isso porque ela traz várias informações de onde o escritor teria tirado referências para seus personagens e isso só é muito legal se a gente conhece esses personagens.
terça-feira, maio 08, 2007
Edição comemorativa
Ganhei do marido um dos presentes mais bonitos que já recebi. É a edição comemorativa dos 40 anos de Cem Anos de Solidão. A publicação é em capa dura da Real Academia Española e da Asociación de Academias de La Lengua Española. Na língua original, o livro traz artigos de Mario Vargas Llosa, Carlos Fuentes e outras figuras de expressão no meio literário. Além disso, uma árvore genealógica dos Buendía e um glossário com os nomes dos personagens. Só que apesar de quase todos serem listados, percebi que não há referência a Cándida Eréndira. Será que esqueceram da pequena prostituta? Resumindo: o pequeno esquecimento não compromete em nada a belíssima edição. Dá vontade de colocá-la no lugar de mais destaque na minha estante e abrir espaço para visitação. Risos.
Ganhei do marido um dos presentes mais bonitos que já recebi. É a edição comemorativa dos 40 anos de Cem Anos de Solidão. A publicação é em capa dura da Real Academia Española e da Asociación de Academias de La Lengua Española. Na língua original, o livro traz artigos de Mario Vargas Llosa, Carlos Fuentes e outras figuras de expressão no meio literário. Além disso, uma árvore genealógica dos Buendía e um glossário com os nomes dos personagens. Só que apesar de quase todos serem listados, percebi que não há referência a Cándida Eréndira. Será que esqueceram da pequena prostituta? Resumindo: o pequeno esquecimento não compromete em nada a belíssima edição. Dá vontade de colocá-la no lugar de mais destaque na minha estante e abrir espaço para visitação. Risos.
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